Quando minha filha nasceu, morávamos longe dos familiares, numa cidade da Serra Gaúcha. Eu desejei muito minha filha, meu esposo e eu planejamos tudo! Criei uma grande expectativa em relação à chegada dela, porém não sei se isso contribuiu para que eu tivesse depressão pós-parto.

Cheguei a usar medicamentos, no entanto Helena ficava irritada devido a medicação que passava para o leite materno. Tentei terapia, mas não tive forças para prosseguir até que chegou um dia que eu decidi dar a volta por cima. Busquei melhorar minha autoestima com poucos recursos: caminhadas, tomar um banho demorado, pentear os cabelos e me olhar no espelho! São coisas tão simples, mas só quem está num quadro depressivo sabe o quanto isso é difícil. Mas, só consegui porque pude contar com meu esposo.

Não foi fácil, tive muitos altos e baixos. Pela manhã eu sorria, a tarde ficava brava por qualquer coisa e a noite chorava como um bebê. Precisei de uma força sobrenatural pra conseguir sair daquele fundo de poço.

Em 2010, eu fazia parte de um grupo de mulheres que buscavam algo, mas não sabiam exatamente o quê! Muitas delas estavam deprimidas, usavam medicamentos para minimizar os danos. Estavam infelizes, com baixa autoestima, não tinham ânimo pra nada e não sabiam o que fazer pra mudar.

Com minha pequena experiência pessoal com resultado positivo sugeri a elas que fizessem a Terapia do Batom. Terapia do Batom?! Como assim?! Elas perguntaram. Então sugeri: “Todos os dias pela manhã, olhem-se no espelho e passem um batom. Seja um brilho labial, uma cor nude ou um rosinha bem clarinho, mas passem um batom nessa boca todos os dias!”

Ao longo dos dias fomos percebendo algumas mudanças! Uma delas inclusive foi à médica se sentindo tão bem que a médica confirmou isso e foi reduzindo o medicamento até que ela não precisou mais! Ela passou a trabalhar como vendedora (quem diria!) atendendo a todos com entusiasmo!

Quando ela passava batom, percebia que faltava algo então aplicava uma máscara de cílios, um lápis de olhos e etc. Passou a se olhar de forma diferente melhorando sua autoestima e percebendo que podia mais do que imaginava!

Conclusão: Não foi o produto e sim, o fato de ela se olhar. Quando nos olhamos, nos observamos e nos amamos, passamos a mudar o mundo ao nosso redor e as pessoas mudam conosco!

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Autora da Matéria | Colaboradora
Bruna dos Santos Lhulhier
Marketing
Consultora de saúde e beleza, esposa, mãe de Helena e Davi, ama estudar, apaixonada por carros especialmente fusca, flertando com o Marketing.
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