Em meio a tanta correria, tantos afazeres, tantos compromissos, fica cada vez mais raro ouvir dizer que as pessoas têm um momento de lazer saudável, seja ele qual for, esporte, arte, música, etc. Os dias estão ficando cada vez mais curtos, e as obrigações vão tomando conta do cotidiano. Mesmo quando em casa, fora do ambiente de trabalho, nós passamos horas conectados aos nossos afazeres profissionais através de equipamentos eletrônicos como celulares, tablets, computadores, e os momentos de lazer, na grande maioria das vezes estão sempre relacionados ao sedentarismo físico/intelectual e a uma alimentação sem qualidade.
Tal realidade torna-se cada vez mais preocupante, uma vez que vemos os meios de comunicação divulgarem o quanto crescem as doenças físicas e psíquicas e o quanto os jovens do século XXI estão mais acomodados, pois tem a falsa ilusão de que o mundo está a apenas um clique. Mas apesar da existência de tantos riscos que ameaçam a qualidade de vida do ser humano, há inúmeras alternativas disponíveis ao seu redor, alternativas que para serem alcançadas necessitam apenas de uma organização de seus afazeres diários.

Incluir atividades benéficas à saúde física e mental no seu dia-dia, muito pode colaborar para uma melhor qualidade de vida. A música, por exemplo, é uma atividade que pouco exige da pessoa que vive uma vida corrida e, ao mesmo tempo, muito pode contribuir para que mesma tenha momentos de lazer associado a uma significante evolução cognitiva motora, social e intelectual.
“A música funciona como um remédio para vários problemas, isso acontece porque a música ativa o centro de prazer do cérebro, assim como o sexo e o chocolate, por exemplo. Ela libera dopamina e causa uma sensação de bem-estar e, por isso, tem sido usada por médicos, terapeutas e preparadores físicos como tratamento de diversos problemas”
 mostraram a pediatra Ana Escobar e a musicoterapeuta Marly Chagas na reportagem feita pelo programa Bem Estar, intitulada “Música acalma, estimula a memória, alivia dores e ajuda no exercício físico”.

A música, quando aliada ao aprendizado de um instrumento musical, torna-se ainda mais eficaz em seus benefícios ao ser humano, pois além de trabalhar com todo desenvolvimento perceptivo-auditivo, as habilidades adquiridas por um instrumentista, seja qual for o instrumento, muito podem contribuir com o desenvolvimento da coordenação motora, memória, autoconhecimento, concentração, expressividade, comunicação e socialização. Ao aprender tocar um instrumento como o Violão, por exemplo, um indivíduo desenvolve habilidades nas mãos ao construir os acordes que acompanharão uma determinada melodia, a pessoa desenvolve sua percepção auditiva e sua coordenação motora ao ouvir o que está tocando e cantando para buscar um resultado que se assemelhe aos padrões musicais apresentados por outros intérpretes. Além de tudo, a diversão que um instrumento musical proporciona à um indivíduo em momentos como uma reunião de amigos, onde os mesmos se juntam para cantar e conversar, é de um valor incalculável e que muito pode contribuir para o combate ao desgaste físico e mental que todos somos submetidos.

“A música funciona como um remédio para vários problemas, isso acontece porque a música ativa o centro de prazer do cérebro, assim como o sexo e o chocolate, por exemplo. Ela libera dopamina e causa uma sensação de bem-estar e, por isso, tem sido usada por médicos, terapeutas e preparadores físicos como tratamento de diversos problemas”

Então o que está esperando? Hora de investir em sua qualidade de vida!

Saiba mais:
Música acalma, estimula a memória, alivia dores e ajuda no exercício físico.

Ellen Cristina Masalskas educação musical Música: Lazer ou terapia? victor
Autor da Matéria | Colaborador
Victor Daniel
Músico profissional formado pela Escola de Artes Carlos Gomes, é professor de instrumentos e teoria musical em geral. Tendo como especialidade Violão Popular e Erudito. Além de professor é diretor do Studio Victor Daniel, e possui amplo conhecimento em instrumentos distintos, tais como, guitarra, baixo, bateria, piano e técnica vocal. O professor também tem experiência como vocalista, guitarrista e violonista, pois há 12 anos canta e toca em bandas de baile, barzinhos e eventos particulares em geral. Atualmente é integrante da dupla Sou2.
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