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Muitos pais acham que sabem o suficiente sobre ferimentos na cabeça das crianças. Por exemplo, você sabia que não há problema em deixar uma criança que sofreu concussão dormir? Ou que permitir que uma criança continue um jogo em que bateu a cabeça, pode levar a complicações graves?

O doutor Kevin Walter, do Hospital Infantil de Wisconsin em Milwaukee, nos ajudará a esclarecer alguns fatos e mitos que os pais realmente precisam saber sobre lesões na cabeça, o que segundo o site Brainline.org, afeta entre 1,6 e 3,8 milhões de crianças americanas a cada ano.


 

1- Há duas faixas etárias de maior risco para lesões na cabeça.

Lesões traumáticas são mais suscetíveis em crianças de 0 a 4 anos de idade e em adolescentes entre os 15 a 19 anos de idade. Isso por que, segundo o especialista, antes dos 4 anos as crianças não têm um bom controle muscular da cabeça e do pescoço e lhes falta coordenação. Já os alunos do Ensino Médio e estudantes dos primeiros anos de faculdade estão em risco devido à sua participação em atividades esportivas ou ainda, andar de bicicleta ou conduzir veículos.


 

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2- Concussões podem ser lesões cerebrais.

Os pais devem levá-las a sério. Mesmo que a pancada seja aparentemente superficial, leve a confusão temporária, desorientação, perda de memória (amnésia) ou inconsciência, procure um médico especialista. A concussão ocorre quando se bate a cabeça com muita força, a ponto de afetar o cérebro. O tipo mais comum de concussão é visto em esportes como: futebol, futebol americano, ginástica olímpica, hóquei e várias modalidades de luta.


 

3- Os sintomas de concussão são diferentes para todos.

As crianças vão reagir de forma diferente a uma concussão. Os principais sintomas são dor de cabeça, tontura, náusea, confusão, sentindo-off ou sentimento nebuloso”, diz Walter. Crianças com menos de 2 anos podem apresentar irritabilidade excessiva ou dormir além do normal. Fique atento a esta faixa etária, pois eles descrevem os sintomas de forma imprecisa.


 

4- Toda a pessoa com uma concussão deve ser vista por um médico.

A questão é, você espera para ver o seu médico especialista no dia seguinte, ou deve correr para o pronto-socorro? O Dr. Walter, diz que esta é a principal preocupação dos pais quando a criança apresenta um ferimento ou batida na cabeça. Sua recomendação é que seja feito o contato com seu médico primeiro, mas talvez deva ser mais radical com uma criança mais nova, levando-a imediatamente ao pronto socorro.

A rapidez com que você busca um médico também depende do seu nível de conforto. Se esta é sua primeira experiência com um “galo” na cabeça, você pode querer ir para o pronto socorro. Se os sintomas do seu filho piorarem ou ele está tendo dor de cabeça intensa, vômitos, perda de consciência ou convulsões, não espere. Quando em dúvida, aja imediatamente.


 

5- Depois de 4 a 6 horas, os pais podem se preocupar menos.

Segundo o especialista, lesões mais graves como uma hemorragia ou edema cerebral e fraturas, são menos evidenciáveis após este período de tempo. Claro que o agravamento do quadro do acidente, levando a vômitos ou dor de cabeça intensa, nunca deve ser ignorado.


 

6- Uma criança com concussão pode dormir.

A lógica dos mais antigos sobre lesões na cabeça e crianças era a de que deveríamos acordá-las a cada poucas horas para se certificar de que eles estariam respondendo, ou ainda não deixá-los dormir. “Isso realmente funciona, mas contra a cura”, diz Walter. “Queremos que eles descansem!”.


 

7- As batidas leves normalmente não causam danos a longo prazo.

“Esperemos a recuperação completa”, diz Walter.


8- A criança nunca deve continuar um jogo após sofrer uma concussão.

Seja no parque ou no campo de futebol, quando uma criança sofre uma concussão, ela deve parar de jogar e descansar, sempre. Caso contrário, correrá risco de uma lesão mais grave ou até mesmo a morte. Mesmo sob suspeita de que seu filho possa ter uma concussão, ele deve ser removido do jogo. Dr. Walter salienta que eles nunca devem voltar a jogar no mesmo dia, ainda mais sem uma avaliação médica e apresentando ainda sintomas da batida.


 

9- Os treinadores de equipes esportivas das crianças nem sempre sabem como agir em relação às batidas na cabeça.

“Educação e conscientização são as ferramentas mais importantes para tratar com sucesso as batidas”, diz Walter. Ele acrescenta que todos os treinadores devem ter um plano em prática para como as batidas na cabeça serão tratadas, tanto a curto como a longo prazo.


10- É vital fazer as perguntas certas.

O atleta adolescente pode hesitar em admitir que ele ou ela está ferido. Perguntar: “Você está bem?” não é suficiente. Interaja e observe a criança machucada, e quando duvidar, tire-a de jogo


 

11- Apoiar um atleta adolescente que sofreu concussão é a chave para sua recuperação.

Walter diz que de 80 a 90% das crianças que passaram por uma concussão voltam ao normal dentro de 2 a 3 semanas. Nesse meio tempo, o rendimento escolar em sala e em quadra pode cair, e eles podem sentir-se tristes ou deslocados por não entregar os mesmos resultados. O apoio dos treinadores, pais, professores e companheiros de time é fundamental para a recuperação.

 

Fonte: Parenting

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